Pubicado em: sex, mar 31st, 2017

Assunto sobre o Tombamento dos 366 quilômetros da EFMM é encaminhado ao Ministério da Cultura

Devido o assunto ser relevante a cultura local, o documento foi encaminhado ao Ministério da Cultura

Visando priorizar a história e a cultura de onde tudo começou na região amazônica, área do ex-territória de Rondônia, hoje Capital Porto Velho, o vice-presidente da Associação dos Ferroviários da lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré, George Telles, encaminhou ofício (630/2017/GP­DGI) para o gabinete do Presidente da República Michel Temer (PMDB-SP), solicitando o tombamento dos Trezentos e Sessenta e Seis (366) quilômetros restantes da linha férrea que transportava a matéria prima das sirigueiras, o Látex.

Após longo trabalho de construção dos trilhos, os trabalhos foram finalizados e a ferrovia foi inaugurada em agosto de 1912, data que marcou a fundação da cidade de Guajará-Mirim (RO), localizado no quilômetro 366 da ferrovia, até então a última estação da linha férrea, hoje prédio do museu da cidade.

A extração do látex foi um dos pontos mais importantes da história da ferrovia. Além da borracha, o trem da Estra de Ferro Madeira Mamoré transportava a equipe técnica, entre eles os ferroviários, que tinham a missão de fazer a manutenção dos trilhos e da locomotiva durante o percurso dos Trezentos e Sessenta e Seis quilômetros.

Durante a o período do Presidente Getúlio Vargas, veio o segundo ciclo da borracha, no acordo do Tratado de Washington, com o então presidente americano Roosevelt, onde foi produzido 45 mil toneladas de látex para as forças armadas aliadas, que travavam a Segunda Guerra Munida com Alemanha Nazista entre 1930 há 1945, quando o governo brasileiro contratou 54 mil Soldados da Borracha, trabalhadores do Nordeste do Brasil que colonizaram a Amazônia Legal e combateram a guerra com a extração da borracha..

Fonte: mappingrondonia.com

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