Municípios

Diante de impasse, greve de professores municipais será judicializada; Tribunal de Justiça decidirá se movimento é legal ou não

Partes envolvidas se reuniram, mas negociação não avançou

Na última sexta-feira, 11, uma reunião entre o Sindsul e a Secretaria de Educação de Vilhena para discutir a greve dos professores da rede municipal, deflagrada na quarta-feira, 09, terminou sem nenhum avanço. Os educadores exigem o pagamento do reajuste de 14,95% conquistados pela categoria, enquanto o município alega não ter recursos para atender a reinvindicação.

Caso as duas partes não encontrem uma alternativa para encerrar a paralisação, o caso será levado ao Tribunal de Justiça, que julgará se o movimento é legal ou não. Enquanto isso, cerca de metade das turmas escolares seguem sem aulas.

Na manhã desta segunda-feira, 14, os grevistas se reuniram e decidiram pressionar os vereadores, cobrando que eles façam cumpri o Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) aprovado na Câmara e que garante o pagamento do reajuste.

O FOLHA DO SUL ON LINE segue acompanhando a greve e está à disposição, tanto do município quanto dos professores, para publicar suas respectivas versões sobre a paralisação

Fonte: Folha do Sul

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