Anatomia Política– Sábado, 14/04

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No final desta coluna vamos exibir uma enquete feita pelo IRPE nesta semana em Cerejeiras. E por falar em enquete e pesquisas, o que se vê é muita especulação. Pessoas ligadas ao PMDB dizem que o partido tem pesquisas recentes. Outros me ligam todos os dias para saberem resultados dizendo que o “povo” do PMDB diz que fez pesquisa comigo. Já coloquei minha equipe do IRPE no “pau-de-arara” para ver se confessam que estão fazendo pesquisas escondidas de mim, e onde está o dinheiro, mas ninguém fala.
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Perguntei ao Senador Raupp nesta sexta, 13, em Pimenta, se ele havia contratado outra empresa para fazer pesquisas e ele negou. Falei com o Lenzi em Porto Velho e ele também negou. Meus amigos do Previsão não fizeram pesquisas para o PMDB. Então… se nenhum instituto SÉRIO fez pesquisa para o PMDB, certamente NÃO HÁ PESQUISAS rodando na mão dos peemedebistas. Dessa forma, já que registrar pesquisas custa caro e eu não sei extorquir ninguém, vou prosseguir com minhas enquetes.
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Pra começar – Fátima Cleide assume a dianteira do PT e deve ser a candidata do partido à prefeitura de Porto Velho. Vai ser uma tarefa das mais complicadas para a ex-senadora por conta no mau momento vivido pelo partido na capital. Há tempos eu não via um político “apanhar” tanto da opinião publica quanto o atual prefeito, Roberto Sobrinho, e, de carona, está levando o PT para a latrina.
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Jarú curado – Parece que neste ano o município de Jaru vai ganhar bênção e começar a andar sem muletas. A rejeição da família dos Muletas, senhores do principado hereditário de Jarú, começa a dar sinais. Não fosse o impedimento da professora Sônia, degolada pelo “Ficha Limpa”,  já era certa a mudança. Porém, ainda há um adversário que começa a cair na graça do povo – o vice-prefeito Flavio Correa.
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Primeira dama de Cacoal – Quem disse que o Padre Franco de Cacoal não tem primeira dama? Tem sim, e daquelas que carrega o pau-de-macarrão. Seu nome é Maria Ivani e é chamada de Ivone. É ela que dá as cartas. O Padre obedece “pianinho”. Quem não está contente são os parceiros da administração, funcionários e vereadores, mas ninguém tem coragem de falar ao padre, para não levar a pecha de herege. Ela chegou na administração de Cacoal como “Joana Darc”, para salvar o reino do Padre, e, em algum momento futuro, deve ser lançada na fogueira. Todos conhecem essa história.
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Lebrinha – E por falar em mulheres no poder, não posso deixar de falar na musa da BR 429, Gislaine Lebrão. Quem pensa que a corrida para a prefeitura de São Francisco vai ser igual à história da Lebre e da Tartaruga, está enganado. Essa “lebrinha” não descansa. Mesmo estando bem á frente da tartaruga do atual prefeito nas enquetes, ela continua acelerando.
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Pimenta do PMDB – Não é possível “passar pimenta” sem ficar com a língua picante. Na última coluna escrevi que o PMDB estava fragmentado no município. Por é… alguém está tentando colar os pedaços, e parece que restam apenas dois blocos para a unificação. Mas, com certeza, colar com chiclete não vai adiantar. Vai ser preciso muita saliva. Pelo visto o Brasil do DER (Ademir Brasil) está mais fortalecido. O outro bloco é liderado pelo Chico da Santa Maria.
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Plano “B” Donadon – Ninguém duvida que a professora Raquel Donadon (PMDB) seja a opção da família em Vilhena. Tudo indica que Melki (PTB) estará fora desse pleito, e unirá forças com seus exércitos para tomar o palácio dos Parecis e empossar a irmã. Competência não falta para Raquel, mas terá que contar com a força popular de Melki, Natan e de Deus, em primeiro lugar. Se é assim no discurso, é assim na vida. Vai na Fé!
<<< Hora da enquete – Quem pensa que as eleições em Cerejeiras está definida, que Kleber Calisto e Ezequiel Neiva, juntos, garantem a eleição de Pedrinho e Israel, etc. etc…. pode recuar e esperar um pouco. Não está nada definido. Se for se valer apenas da opinião popular de Cerejeiras, hoje, o prefeito será outro. Airton Gomes venceria as eleições contra Pedrinho e Israel Neiva juntos. Veja a enquete.
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A enquete – “Esse tipo de sondagem não se trata de pesquisa eleitoral, já que são feitas sem os critérios metodológicos das pesquisas, sem controle de amostra, dependendo apenas da participação espontânea dos participantes. (Art. 33 da lei nº 9.504/97)”.

Dejanir Haverroth – Jornalista e pesquisador




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