Fhemeron capacita médicos, enfermeiros e bioquímicos para atendimento a hemofílicos

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Com o objetivo de melhorar a qualidade da assistência ao paciente com hemofilia, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) realizou nesta terça-feira, 15, atividades de capacitação para médicos, enfermeiros e bioquímicos que lidam com portadores de doença que envolvem o sangue. O evento foi aberto pelo presidente da Fhemeron, João Ricardo, destacando mais um passo dado para avançar no atendimento específico aos pacientes hemofílicos.

A capacitação atende aos profissionais que atuam em toda a hemorrede visando garantir sempre dos pacientes uma prestação de serviços com maior segurança. Tratamento, medicação, cuidados da enfermagem e outros temas mereceram destaques nas discussões.

Segundo relatado pela médica hematologista, Daniele Campos, dados da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH) apontam que atualmente o Brasil ocupa o terceiro lugar em número de hemofílicos. Um em cada 5.000 nascidos vivos do sexo masculino possui essa doença congênita, provocada por uma deficiência na quantidade ou qualidade dos fatores VIII ou IX da coagulação. A médica ressalta, ainda, que cerca de 110 pacientes com hemofilia são atendidos pela hemorrede estadual.

A enfermeira da Fhemeron, Franciele Lopes Santana, enfatiza a importância do encontro com os profissionais que atuam diretamente com pacientes hemofílicos e, a partir da capacitação, poderão atuar como multiplicadores do conhecimento aos demais profissionais de suas localidades de origem.

A Fhemeron tem acompanhado o desenvolvimento da política de atenção aos pacientes com coagulopatias hereditárias, trabalhando diretamente na assistência aos pacientes, bem como no fomento ao melhor entendimento quanto aos cuidados necessários. A hemofilia é uma doença genético-hereditária que causa deficiência quantitativa e qualitativa nos fatores de coagulação do sangue e se manifesta quase que exclusivamente em homens.

A Fhemeron atende aos pacientes portadores de hemofilias com acompanhamento médico, realização de exames laboratoriais e liberação de fatores de coagulação. Por esse motivo, resumiu o presidente do órgão, é de grande importância a participação dos profissionais das áreas afins dos municípios do interior do Estado em mais uma atividade desenvolvida para melhor atender os pacientes.

Assessor de Comunicação
Paulo Ricardo




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